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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Chikyuu Kaihou Gun ZAS - Game Boy

Jogo: Chikyuu Kaihou Gun ZAS
Data de finalização: 20/11/12
Sistema: Game Boy
Número de fases: 5 fases
Pontuação: 875.700
Estágio: ALL
Nave: -
Dificuldade: Normal
Autofire: On

Algumas rápidas considerações sobre o jogo, não é difícil, consegui terminá-lo em uma segunda partida, o que é difícil de prever é onde os obstáculos surgem em algumas passagens, mas o número de vidas que você adquire, além de itens de escudo, facilita o desafio do jogo, mesmo com seu tiro mais fraco. Chikyuu Kaihou Gun ZAS possui checkpoints.

Em relação a jogabilidade, com um botão você atira e com o outro você aproxima ou afasta seus dois pods. Com os pods próximos a sua nave, os tiros concentrados ajudam bastante na destruição de oponentes mais resistentes, como os chefes de fase. Eu notei que a hitbox da nave não é enorme, algo comum em jogos antigos, mais um fator que facilita bastante em algumas partes do jogo.

Graficamente o jogo é lindo, dada as limitações tecnológicas para o qual foi produzido, testei apenas no Super Game Boy 2, um adaptador para Super Nintendo / Super Famicom, que possibilita você jogar jogos de Game Boy e Game Boy Color, Chikyuu Kaihou Gun ZAS possui impressionantes efeitos de paralaxe e não me lembro de passagens com slowdown, se houve algum, foi irrelevante. Ao chegar a um mestre de fase, o fundo some ficando apenas sua nave e a do inimigo, épico!

Em relação à música, são muito boas, são empolgantes e combinam perfeitamente com um jogo de nave. Abaixo está meu primeiro detonado.

domingo, 24 de maio de 2009

MadWorld : Nintendo Wii (2009)

Quando eu ouço falar em Wii, coisas que eu não associaria ao console seriam violência, mulheres seminuas, sadismo e música para homem. Junte tudo isso e você terá um dos títulos mais interessantes que surgiram no console da Nintendo, MadWorld. Produzido pela Platinum Games, empresa fundada por ex-membros do extinto Clover Studio da Capcom, e distribuído pela SEGA.

MadWorld tem um visual inspirado em HQs preto e branco, mais ou menos como Sin City de Frank Miller, mas eu particularmente acho que os personagens têm um visual muito inspirado no traço de Mike Mignola, o criador de Hellboy. Vejam se Jack, o protagonista, não parece um pouco com Hellboy, só faltou ser vermelho e ter dois chifres cortados.

A história do jogo é a seguinte, Varrigan City foi tomada por terroristas pertencentes ao grupo chamado “The Organizers” e a transformaram num palco de um reality show sangrento chamado “Death Watch”, onde as pessoas da cidade são obrigadas a matar umas as outras. Para piorar a situação um vírus foi lançado na cidade e em um curto espaço de tempo, ele pode levar a pessoa infectada a morte. A pessoa que deseja o antídoto tem que sair vitoriosa do jogo, nesse pandemônio surge Jack, que a princípio está apenas participando do jogo.

Este é Jack.

O jogo é um beat’em up com uma jogabilidade que apenas os controles do Wii podem proporcionar, com sequências de golpes bem realizados dando até para aplicar um “fatality” nos inimigos. A maneira como os itens espalhados pelos estágios podem ser utilizadas para ferir seus adversários a fim de ganhar mais pontos torna o jogo muito interessante. Enfiar canos de ferro no pescoço do inimigo arremessá-lo contra uma parede de espinhos, jogá-lo num tonel de fogo, derrubá-lo na trilha de trem, entre outros jeitos bem "delicados" para detonar seus adversários.

Diversas maneiras para acabar com seu inimigo.

Pontos fracos que eu citaria são a trilha sonora, não faz o meu gosto. Muitos inimigos repetidos, coisa comum nos beat’em ups. MadWorld ser curto, levei menos de seis horas para terminá-lo.

Pontos positivos são os gráficos, preto e branco sempre é interessante. Jogabilidade muito eficiente, os comandos respondem bem. Chefes de fase foram bem elaborados, tendo que estudá-los para descobrir seus pontos fracos. Efeitos sonoros são excelentes.

Se você esperava um jogo hardcore para o console da Nintendo, está aí uma ótima oportunidade para conferir um bom jogo.

Trailer

sábado, 3 de janeiro de 2009

Astyanax - 1990

Lá pelo ido dos anos de 1990, eu comprava revistas de videogame e ficava lendo as análises de jogos para Nintendo, um dos jogos que eu vi na revista, mas nunca tinha jogado na época é “Astyanax”, um side-scrolling plataform game, um jeito mais sofisticado de dizer que é um jogo de ação lateral com plataformas, produzido em 1990 pela Jaleco.

Com o emulador de Nintendo para PSP, pude jogar “Astyanax”, devo dizer que não me arrependi. “Astyanax” é um bom jogo, joguei pouco mais de uma hora e consegui termina-lo. Há algumas passagens mais complicadas, mas, no geral, o jogo não é difícil, os inimigos seguem um padrão de ataque que não é difícil de perceber, mesmo os mestres de fase.

A trilha sonora apesar de ser bem repetitiva, não é enjoativa. Aliás, eu gostei bastante. A jogabilidade é um pouco travada no ataque, às vezes há a sensação que se aperta o botão de ataque mas ele não sai, mas no geral, não compromete.

A história é a seguinte, um adolescente chamado Astyanax que vai parar em outro mundo chamado Remlia, trazido a este estranho mundo pela fadinha Cutie. Astyanax precisa resgatar a princesa Rosebud das garras do malvado Blackhorn.

A versão japonesa do jogo chama-se “The Lord of King”, não sei informar qual a diferença entre as versões japonesa e americana. Há também o jogo para arcade chamado “The Astyanax”, apesar de feito pela Jaleco em 1989, a história é diferente.